Maria Rosa Menzio

2022

Natural de Torino, licenciou-se (cum laude) em Ciências Matemáticas pela Universidade de Torino. Investigadora bolseira do C.N.R. descobre com o professor W. M. Tulczjew o Teorema Menzio-Tulczjew no campo da geometria simplética. Especializa-se em Filosofia da Ciência, após o que começa a escrever, inicialmente poesia, tendo publicado Ombre (1986) e Sette leghe alle soglie di Atlantide (1992). Começa a escrever para cena com “Soledad” no Teatro Juvarra de Torino em 1990 e em 1994 com “Fausta” para o Teatro Erba de Torino, que foi finalista do prémio Candoni-Arta Terme. Está ligada, a partir de 2000 ao projecto ”Teatro e Scienza” onde encena os seus textos “Mangiare il mondo” (2000), “Padre Saccheri” (​2002), “Fibonacci” (2003), “Il Mulino” (2006), “Cardano” (2007), “Carteggio celeste” (2007), “Senza fine” (2008), “Boccardi” (2009), “Vita a giudizio” (2010), “Omar” (2011), “Fibonacci (la ricerca)” (2013), “L’Oro Bianco di Dresda” (2014) e “Il signor Leblanc” (2015). Recebeu os prémios “Fondi-La Pastora” (1996-2003), “Science on stage” (2005), “Portovenere teatro donna” (2005), “Creative Culture 2010”, “Perlascena”​ (2013) e “Castelnuovo (AT)”. Tem feito numerosas encenações, é professora de “Teatro e Ciência” na escola Holden e no Mestrado em Comunicação Científica da Universidade de Cagliari. Foi Directora Artística da Unione Collina Torinese, posteriormente da Fondazione ECM, depois da Santena e presentemente da Associação “Teatro e Scienza”.
Mais informação: www.bollatiboringhieri.it, mestieri2.dima.unige.it, www.linkedin.com e www.teatroescienza.it

 

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