An Immaculate Misconception – Sex in an Age of Mechanical Reproduction, Carl Djerassi

2021

Título: An Immaculate Misconception – Sex in an Age of Mechanical Reproduction

Autor: Carl Djerassi

Língua: Inglês

Tipologia: Peça de Teatro

Ano: 2003 (primeira edição de 2000)

Editora: Imperial College Press

ISBN:1-86094-248-2 (pbk)

Sinopse: A impregnação do óvulo de uma mulher por um homem fértil numa relação normal requer dezenas de milhões de espermatozóides – até 100 milhões numa única ejaculação. O sucesso na fertilização com um único espermatozóide é uma impossibilidade total, tendo em conta que um homem que ejacule entre 1 e 3 milhões de espermatozóides é funcionalmente infértil. Mas em 1992, Gianpiero Palermo, Hubert Joris, Paul Devroey e André C. Van Steirteghem da Universidade de Bruxelas publicaram o seu artigo sensacional em Lancet, 340, 17 (1992) em que anunciaram a fertilização com sucesso de um óvulo humano por um único espermatozóide através da injecção directa ao microscópio, seguido da reinserção do óvulo no útero da mulher. ICSI (IEIC) – o acrónimo aceite para “Intracytoplasmic Sperm Injection” (Injecção de Esperma Intracytoplasmica) – tornou-se hoje a mais poderosa ferramenta para o tratamento da infertilidade masculina: já nasceram mais de 10 000 bébés ICSI desde 1992.

Este é o fundo factual do ICSI. Mas porque “An Immaculate Misconception” é uma peça, todas as personagens e eventos, se bem que não a ciência própriamente dita, são fictícios – especialmente a Dra. Melanie Laidlaw, a inventora putativa do ICSI. As questões éticas do ICSI, contudo, mantêm-se masmo depois do cair da cortina.

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